SÍNDROME DE BURNOUT

O Brasil passa por uma crise política e financeira que tem resultado em muitos desempregos, o que já traz sérios problemas sociais, mas, por outro lado, as pessoas que continuam em seus cargos nas empresas estão sendo sobrecarregadas em suas funções e muitos deles acabam fazendo o trabalho de duas ou três pessoas, isso acarreta um estresse físico e emocional. Tais pessoas vêm apresentando sintomas de agressividade, isolamento, mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima e ausência no trabalho, sentimentos negativos, desconfiança e até paranoia, também pode apresentar distúrbios gastrointestinais, insônia, pressão alta, sudorese, cansaço, palpitação, todos típicos da Síndrome de Burnout e necessariamente não precisam estar todos juntos. A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de Síndrome do esgotamento Profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970. O profissional se esforça além das suas forças para ser o melhor em sua função e até pelo medo de perder seu emprego, isso leva a um estresse absurdo, mas também a autoestima destas pessoas se baseia no seu desemprenho profissional, como a única alternativa para ser admirado, tornando-se uma obsessão e compulsão. É uma patologia que atinge profissionais da Área da Saúde, policiais, bancários, Educação, Tecnologia da informação, Gerentes de Projetos, profissionais da saúde em geral, jornalistas, advogados, professores, funcionários de cartórios e outros. São doze os estágios de Burnout: 1. Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz; 2. Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo); 3. Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido; 4. Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas; 5. Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da autoestima é o trabalho; 6. Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes; 7. Recolhimento e aversão a reuniões (recusa à socialização); 8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor); 9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc; 10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante; 11. Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido; 12. E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência. Algo que começa a chamar a atenção no trabalho é a irritabilidade com os colegas, respostas e atitudes agressivas ou então pode apresentar apatia e sintomas depressivos. O profissional começa a não consegue concatenar sua idéias, não desempenha o serviço como fazia antes e para ele é como não valesse mais nada, sua autoestima abaixa, como se seu valor é resultado pelo que faz. Seu tratamento deve ser uma combinação de medicação e psicoterapia. Talvez tenha que se afastar alguns dias para dar tempo para o descanso físicos e mental. Sua terapia deverá fazê-lo se conscientizar de seus limites, que seu valor como pessoa vai muito além do que seu desempenho profissional. Há raízes históricas para tanto exigência e que vão se esclarecidas na análise psicológica. Na terapia corporal reichiana, além da análise e elaboração psicológica, trabalha-se o desbloqueio de bloqueios energéticos que se apresentam como tensões pelo corpo, que a medida que vão sendo eliminados, as funções mentais vão se restabelecendo e o paciente começa a sentir o corpo menos cansado e certamente o bom humor retorna a sua vida.

SÍNDROME DE BURNOUT

O Brasil passa por uma crise política e financeira que tem resultado em muitos desempregos, o que já traz sérios problemas sociais, mas, por outro lado, as pessoas que continuam em seus cargos nas empresas estão sendo sobrecarregadas em suas funções e muitos deles acabam fazendo o trabalho de duas ou três pessoas, isso acarreta um estresse físico e emocional. Tais pessoas vêm apresentando sintomas de agressividade, isolamento, mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima e ausência no trabalho, sentimentos negativos, desconfiança e até paranoia, também pode apresentar distúrbios gastrointestinais, insônia, pressão alta, sudorese, cansaço, palpitação, todos típicos da Síndrome de Burnout e necessariamente não precisam estar todos juntos. A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de Síndrome do esgotamento Profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970. O profissional se esforça além das suas forças para ser o melhor em sua função e até pelo medo de perder seu emprego, isso leva a um estresse absurdo, mas também a autoestima destas pessoas se baseia no seu desemprenho profissional, como a única alternativa para ser admirado, tornando-se uma obsessão e compulsão. É uma patologia que atinge profissionais da Área da Saúde, policiais, bancários, Educação, Tecnologia da informação, Gerentes de Projetos, profissionais da saúde em geral, jornalistas, advogados, professores, funcionários de cartórios e outros. São doze os estágios de Burnout: 1. Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz; 2. Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo); 3. Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido; 4. Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas; 5. Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da autoestima é o trabalho; 6. Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes; 7. Recolhimento e aversão a reuniões (recusa à socialização); 8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor); 9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc; 10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante; 11. Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido; 12. E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência. Algo que começa a chamar a atenção no trabalho é a irritabilidade com os colegas, respostas e atitudes agressivas ou então pode apresentar apatia e sintomas depressivos. O profissional começa a não consegue concatenar sua idéias, não desempenha o serviço como fazia antes e para ele é como não valesse mais nada, sua autoestima abaixa, como se seu valor é resultado pelo que faz. Seu tratamento deve ser uma combinação de medicação e psicoterapia. Talvez tenha que se afastar alguns dias para dar tempo para o descanso físicos e mental. Sua terapia deverá fazê-lo se conscientizar de seus limites, que seu valor como pessoa vai muito além do que seu desempenho profissional. Há raízes históricas para tanto exigência e que vão se esclarecidas na análise psicológica. Na terapia corporal reichiana, além da análise e elaboração psicológica, trabalha-se o desbloqueio de bloqueios energéticos que se apresentam como tensões pelo corpo, que a medida que vão sendo eliminados, as funções mentais vão se restabelecendo e o paciente começa a sentir o corpo menos cansado e certamente o bom humor retorna a sua vida. José Carlos Bastos - Terapeuta reichiano Quem somos
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