VOCÊ PRECISA SER FELIZ

Você precisa ser feliz! Sim, é assim mesmo no imperativo. Ser feliz é tão importante e vital como respirar, se alimentar, ir ao banheiro, ganhar dinheiro para sobreviver. SAs pessoas podem até não ter a mesma opinião, afinal como ser feliz num mundo que falta amor, falta união, falta ar, falta comida, etc, e em contrapartida sobra violência, corrupção, fome, desigualdades, injustiça, etc? Eu te digo com toda clareza que ser feliz é uma questão do nosso ser mais íntimo, é de dentro para fora e não ao contrário. Você acha que pessoas milionárias e corruptas, mesmo que nunca sejam descobertas suas falcatruas, são felizes? Claro que não. Quem é corrupto, sem caráter, que engana, rouba, mente, nunca seria feliz em sua essência, pois pessoas assim, o dinheiro, o poder, as aparências, o “você só vale quanto pesa”. Dinheiro, poder, por si só não trazem felicidade, é tudo uma ilusão. O dinheiro acaba, é perecível, mesmo quando se tem milhões, ele esgota a capacidade de ter fazer feliz a cada dia. Estou falando de uma felicidade essencial, a da alma, que transcende as questões externas. Quando você se sente bem, revigorado, reconhecendo os seus potenciais, quando se alegra com um dia de sol… e principalmente quando você tem a capacidade de amar genuinamente e se fazer amado. Aí você realmente é uma pessoa feliz. Não estou falando somente de amor entre casais, mas de um amor generalizado, de amor ao próximo mesmo. Acredito, com toda a minha experiência de vida pessoal e profissional, que a questão emocional é a base de tudo. Sou terapeuta corporal reichiana, há 23 anos e o que mais me chama a atenção nesses anos todos de atendimento e o que praticamente todos os pacientes têm em comum, é a questão da baixa autoestima e consequentemente geram medo, insegurança, falta de amor por si mesmo, pelo outro, resultando assim em vários tipos de patologias emocionais e biofísicas, isso é o que podemos chamar de antítese da felicidade. Pda baixa autoestima e consequentemente geram medo, insegurança, falta de amor por si mesmo, pelo outro, resultando assim em vários tipos de patologias emocionais e biofísicas, isso é o que podemos chamar de antítese da felicidade. O HOMEM Os homens são mais sexualizados e racionais e as mulheres mais afetivas e emocionais. Isso se deve basicamente a fatores culturais e questões psicobiológicas inerentes a cada gênero. A aprendizagem social traz modelos que são incorporados pelos garotos, mas os aspectos bioquímicos também interferem. A testosterona é um hormônio masculino de ação e os homens têm uma fase hormonal durante o mês inteiro, o que diminui as chances de oscilações ou flutuações de humor por questões hormonais. A MULHER A mulher, mesmo com toda liberação sexual e conquistas profissionais, ainda constrói seu sonho erótico unindo emoção, afeto e sexo. Para o homem, o caminho pode ser mais racional e talvez afeto e sexualidade só se completem devido a um profundo envolvimento emocional.Alguns podem buscar o afeto e assim viverem uma sexualidade plena, outros podem fazer o caminho inverso, na busca e vivência do sexo achar um 'atalho' para o afeto. Acredito na descrição do afeto como um modo de fazer-nos nascer para o outro e fazê-lo nascer para nós. Afeto seria descobrir possibilidades de um possível envolvimento emocional entre ambas as partes, seria algo além do contato físico que o exercício da sexualidade permite. (**Caridade, 1997). Na sexualidade, podemos encontrar aquele que manifesta-se mais afetuosamente no seu relacionamento, ou que se mostre um pouco distante. Não há regra, cada pessoa irá traduzir sua afetividade de maneira singular, a maneira como aprendeu a lidar com suas emoções. Mas as diferenças de posturas e as expectativas de afeto e entrega diferentes têm levados muitos homens e mulheres a buscarem estar mais atentos à afetividade e suas formas de expressão. Nessa busca de homens e mulheres para psicoterapias, dança, cursos de expressão corporal ou teatro, vale tudo para aprender a soltar o corpo e as emoções. Mas é preciso entender que esse encontro amoroso não acontece na base de cobranças destrutivas. O caminho desse encontro requer um cenário de afeto, cumplicidade, confiança e tranqüilidade. *Francis Mott: psicólogo que realizou trabalhos sobre psicologia pré-natal. Referências bibiográficas: **Sexualidade: corpo e metáfora. CARIDADE, A. São Paulo: Iglu A alquimia do amor e do tesão. CRESHAW, T. L. Rio de Janeiro: Record Autora: Arlete Gavranic Psicóloga, Mestre em Educação; Educadora e Terapeuta sexual pela Sbrash, Coordenadora e docente dos cursos de Pós-graduação lato sensu em Educação sexual e em Terapia sexual do ISEXP / Sbrash e FMABC. fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/

VOCÊ PRECISA SER FELIZ

A diferença entre ambos ficou evidente na questão sobre contato físico. Os homens citaram abraços, beijos e afeto como sendo mais importantes para a felicidade do casal, mas as mulheres, não. Elas afirmaram que o beijo e o abraço não contribuíam tanto com a felicidade delas. Segundo o estudo, os homens que beijavam e abraçavam mais eram também três vezes mais felizes do que os que não faziam o mesmo. Outro dado é que os dois grupos disseram que eram mais felizes e aproveitavam melhor o sexo quanto mais longa fosse a relação com o parceiro. Os japoneses se consideram os mais felizes entre todos os homens que participaram da investigação. Entre as mulheres, foram as japonesas e as brasileiras. Em termos de satisfação sexual, mais uma vez despontaram os japoneses e os brasileiros . Informações: Nina Proci / Rádio 2 RELAÇÃO ENTRE AFETO E SEXO SURGE NA VIDA INTRA-UTERINA por Arlete Gavranic Homens e mulheres podem ter uma visão diferenciada sobre afeto e sexualidade. Muitas vezes ouvimos queixas de que a relação não é afetiva ou é distante demais. Muitos estudiosos alertam que essa dupla sexo e afeto começa a se formar muito cedo, ainda na vida intra-uterina. Eles acreditam que na gestação, a vivência materna de sentimentos que oscilam do medo à alegria, prazer e desagrado, que esses afetos da mãe podem ser percebidos pelo feto e iniciam a formação de uma futura estrutura afetiva. Em estudos sobre biossíntese há referência interessante sobre o afeto sinestésico (cruzamento de sensações) e os movimentos musculares, e cita que caso a criança receba pouco ou nenhum afeto positivo intra-uterino, os movimentos corporais desse ser serão rígidos e agressivos. (*Francis Mott). Para Jung, a base essencial de nossa personalidade é a afetividade. O pensamento e as ações são, por assim dizer, só os sintomas da afetividade. Segundo a psicóloga Socorro Oliveira, a afetividade é parte integrante do psiquismo, é a base, é o que existe de mais fundamental na conduta e emoções individuais. Corresponde à sensibilidade corporal, física interna e externa, é um componente essencial do equilíbrio e harmonia da personalidade. Pode-se dizer então, que a forma como o individuo expressa a qualidade de suas vivências - inclusive sexuais -, e de como se relaciona com o mundo, são a tradução de como sua afetividade se formou no seu desenvolvimento psicossexual. Mas é na vida adulta que muitas diferenças e questionamentos afetivos sexuais vêm à tona, pois mesmo que haja envolvimento durante o ato sexual, em geral, a mulher alimenta uma visão mais romântica entre sexo e afeto. O HOMEM Os homens são mais sexualizados e racionais e as mulheres mais afetivas e emocionais. Isso se deve basicamente a fatores culturais e questões psicobiológicas inerentes a cada gênero. A aprendizagem social traz modelos que são incorporados pelos garotos, mas os aspectos bioquímicos também interferem. A testosterona é um hormônio masculino de ação e os homens têm uma fase hormonal durante o mês inteiro, o que diminui as chances de oscilações ou flutuações de humor por questões hormonais. A MULHER A mulher, mesmo com toda liberação sexual e conquistas profissionais, ainda constrói seu sonho erótico unindo emoção, afeto e sexo. Para o homem, o caminho pode ser mais racional e talvez afeto e sexualidade só se completem devido a um profundo envolvimento emocional.Alguns podem buscar o afeto e assim viverem uma sexualidade plena, outros podem fazer o caminho inverso, na busca e vivência do sexo achar um 'atalho' para o afeto. Acredito na descrição do afeto como um modo de fazer-nos nascer para o outro e fazê-lo nascer para nós. Afeto seria descobrir possibilidades de um possível envolvimento emocional entre ambas as partes, seria algo além do contato físico que o exercício da sexualidade permite. (**Caridade, 1997). Na sexualidade, podemos encontrar aquele que manifesta-se mais afetuosamente no seu relacionamento, ou que se mostre um pouco distante. Não há regra, cada pessoa irá traduzir sua afetividade de maneira singular, a maneira como aprendeu a lidar com suas emoções. Mas as diferenças de posturas e as expectativas de afeto e entrega diferentes têm levados muitos homens e mulheres a buscarem estar mais atentos à afetividade e suas formas de expressão. Nessa busca de homens e mulheres para psicoterapias, dança, cursos de expressão corporal ou teatro, vale tudo para aprender a soltar o corpo e as emoções. Mas é preciso entender que esse encontro amoroso não acontece na base de cobranças destrutivas. O caminho desse encontro requer um cenário de afeto, cumplicidade, confiança e tranqüilidade. *Francis Mott: psicólogo que realizou trabalhos sobre psicologia pré-natal. Referências bibiográficas: **Sexualidade: corpo e metáfora. CARIDADE, A. São Paulo: Iglu A alquimia do amor e do tesão. CRESHAW, T. L. Rio de Janeiro: Record Autora: Arlete Gavranic Psicóloga, Mestre em Educação; Educadora e Terapeuta sexual pela Sbrash, Coordenadora e docente dos cursos de Pós-graduação lato sensu em Educação sexual e em Terapia sexual do ISEXP / Sbrash e FMABC. fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/
Informativo Saúde Emocional